Mover Pazuello para a reserva seria um prêmio e não uma punição

Mover Pazuello para a reserva seria um prêmio e não uma punição

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Ao contrário do que se espera de uma força militar de um país, após uma manifestação de um general minimamente suspeita sobre a legalidade do ato, enviar o ex-ministro do STF, Eduardo Pazuello para a reserva do exército seria um prêmio pela atitude genocida ao lado do presidente Jair Bolsonaro.

Pazuello, como sendo general da ativa, já não poderia assumir um cargo político, como o ministério da saúde, já que a um militar é constitucionalmente proibido assumir posição politica. Para piorar ainda mais a imagem achincalhada do exército, Pazuello, que deve se tornar investigado na CPI da Covid, subiu no palanque de Bolsonaro, provocando uma monstruosa aglomeração, no Rio de Janeiro, com discurso político, em ato que se pedia ruptura democrática, fechamento do STF, abertura total das atividades econômicas e sociais e o mais grave, o negacionismo genocida sobre a existência da pandemia.

Pazuello e Bolsonaro, na prática, incorreram em crime contra a saúde pública, ou, o mais conhecido crome de propagação de doença e epidemia. Ora, o exército, então, informou que estuda enviar o general para a reserva. A questão é que passar para a reserva, nas condições de Pazuello seria um prêmio, já que continuaria ter os mesmo rendimentos absurdamente altos, mas, estaria livre para exercer atividades políticas. Pior, Pazuello ganharia todo tempo do mundo, já que continuaria a receber sem trabalhar.

Portanto, no Brasil, para o exército, ser genocida compensa. A “punição” é ser enviado para casa, para nunca mais trabalhar, continuar recebendo um absurdo de salário, em relação ao brasileiro comum e com permissão para ter opinião política. Parece o exército está aprendendo bem com o judiciário.

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