Globo dá sinais de decadência ao ficar sem Brasil vs Peru e Libertadores.

Globo dá sinais de decadência ao ficar sem Brasil vs Peru e Libertadores.

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Se houve uma emissora que sentiu fortemente a pandemia, foi a Globo. Com conteúdo autoral farto e grande produção de material artístico, em especial novelas, a Globo ficou sem produto novo pra vender ou exibir nos horários habituais dos brasileiros.

A crise oriunda da pandemia também atingiu forte a emissora que, segundo o jornalista Luís Nassif, já não era lucrativa, com um forte impacto na arrecadação e via anunciantes. A queda reflete o momento trágico da economia e briga com o governo Bolsonaro, que deixou de alimentar os cofres da família Marinho, para encher as burras da Igreja Universal e do Sílvio Santos.

Na outra ponta, a Conmebol que sempre esteve nas mãos da Globo, para transmissões em terras tupiniquins, não renegociou prazos e valores dos jogos das eliminatórias e da Libertadores. Com isso, ficou para quem aparecesse primeiro, o SBT, com dinheiro do governo federal foi e abocanhou.

Já as Eliminatórias para a Copa do Mundo, nas mãos da Turner, poderia revender a transmissão para quem quisesse, já que o contrato não exige exclusividade. A Globo, então, preferiu pagar jogo a jogo. Com valores acima do seu poder aquisitivo e sem patrocinadores suficientes para bancar o direito de transmissão, o jogo Brasil e Peru foi parar no Esporte Interativo Plus, somente via Internet.

No final das contas, foi a EBC que abocanhou a transmissão na TV Aberta, mas, em cima da hora, os servidores ficaram entupidos e ninguém conseguiu assistir o jogo.

É, a Globo que já não dava lucro e vivia de negociatas com o mercado financeiro, viu na pandemia o início de uma decadência que pode não ser “lenta e gradual” (em alusão à reabertura da ditadura, ao qual a Globo se fez e apoiou).

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