NEYMAR A NOVA “RAINHA ANTONIETA DE FRANÇA”. A profecia de Renê Simões se concretizou?

NEYMAR A NOVA “RAINHA ANTONIETA DE FRANÇA”. A profecia de Renê Simões se concretizou?

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Vestido de “costela no bafo”, Neymar desfilou toda a sua prepotência e arrogância, ao criar seu próprio epicentro de covid-19. Em uma festa estúpida, regada a diversos produtos esnobes e digna de um rei no país dos famintos, o banquete do “menino Ney” foi como os brioches de Maria Antonieta.

O que pode e o que não pode comprar o dinheiro de um jogador que depende de sua imagem para vender produtos pelo mundo? Essa é a pergunta fundamentalmente capitalista, sobre o fracasso do “menino Ney”, que continua pequeno nas coisas que realmente importam.

Outra boa definição dessa temporada, sobre o comportamento egoísta, egocêntrico e mimado de um jogador absolutamente talentoso e medíocre, vem do ex-ESPN Brasil, Mauro Cezar. Trata-se um “grande desperdício, um cara vazio”.

“Já nem critico mais porque não tenho nenhuma expectativa positiva em relação ao Neymar nestas situações. Já passou o momento de além de ser um grande jogador ele se apresentar como uma pessoa, um personagem positivo”, criticou, citando também a idade do jogador, que completa 29 anos no dia 5 de fevereiro. “Acho um cara vazio”.

“Espera-se mais do que um sujeito exibido. E ele fica lá se exibindo. O Neymar não é uma pessoa especial. É um jogador especial. Acho ele um grande desperdício. Poderia e deveria ser maior do que é e desperdiça por causa destas posturas”. Completou Mauro, na Band.

Neymar não é mais que o fruto do capitalismo, que gerou o neo-liberalismo e a globalização apenas das mercadorias e valores. O camisa 10 do PSG não consegue compreender que essa liberdade de ir e vir pelo mundo se dá apenas pelo fato de ser um produto explorado pelo sistema financeiro. O “menino Ney” tem preço definido na bolsa de valores do esporte, pode ser vendido e comprado, de acordo com a necessidade financeira de empresários e clubes. É daí que nasce a riqueza financeira do jogador e miséria moral dele mesmo.

Há mais de 10 anos, um respeitado treinador de base, o falecido Renê Simões, que treinou diversos grandes clubes e obteve as primeiras grandes conquistas da Seleção Brasileira Feminina, disse sobre um Neymar, ainda em início de carreira:

“Poucas vezes vi alguém tão mal-educado desportivamente. Sempre trabalhei com jovens e nunca vi nada assim. Está na hora de alguém educar esse rapaz, ou vamos criar um monstro. Estamos criando um monstro no futebol brasileiro”, disse o então treinador do Atlético Mineiro, sobre Neymar, em 2010.

Obviamente, essa não é a primeira vez em que Neymar demonstrou sua total incapacidade moral, em diversos outros momentos conhecidos da torcida, o jogador deu exemplos de sua estupidez, listados em 10 itens em uma extensa matéria do IG (neste link).

Neymar ignora o óbvio, tanto aqui, como na França, vem se tornando uma espécie de Maria Antonieta, a rainha que, assim como o jogador, grita na nossa cara que se “não há pães, que comam brioches”. Assim como a rainha, Neymar também perdeu a cabeça mesmo estando ainda acima do pescoço. Para o brasileiro, ao menos a imensa maioria, Neymar já está decapitado.

Na medida em que se torna um produto tóxico, Neymar vai sento lentamente decapitado pelo próprio criador, o mercado financeiro da bola. Afinal, hoje, quem compraria uma camisa da seleção brasileira? Pior, quem compraria uma camisa escrito Neymar Jr.?

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