Mídia faz “carnaval” com contra Marco Aurélio, por pedido de outro traficante, de liberdade após prisão preventiva.

Mídia faz “carnaval” com contra Marco Aurélio, por pedido de outro traficante, de liberdade após prisão preventiva.

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Não poderia ser diferente, mídia defendendo o indefensável, sempre de acordo com as suas perspectivas do que seria justiça e a lei pura e simples, a ser cumprida. A nova lei anti-crime estabelece limite de 90 dias para prisões preventivas, lembrando que essa lei foi proposta pelo lavajatismo e sua aprovação é recente.

Como a lei só retroage em favor do réu, o estabelecimento da liberdade do líder do PCC, André do Rap, seria uma decisão individual de um dos juízes do STF, sem qualquer dúvida, já que a lei é bem clara. Fux, o presidente do STF, fez o contrário, agiu por convicção própria e rasgou o código penal. Marco Aurélio, que havia decidido pela liberdade, reagiu.

Com essa grande polêmica, outro traficante pediu o mesmo benefício, ou direito, que André do Rap, que Em 2014, foi sentenciado a 12 anos de prisão, pena que caiu para 8 anos e 2 meses em regime inicial fechado. Assim como André, permaneceu foragido ao longo do processo.

REAÇÕES DE MARCO AURÉLIO MELLO, SOBRE A DECISÃO DE FUX

“Se há um ato ilegal na manutenção de uma prisão e chega um habeas corpus a mim, eu devo fechar os olhos?”, questionou. “Eu tenho 42 anos de experiência.”

“Eu não posso partir para o subjetivismo e critérios de plantão. A minha atuação é vinculada ao direito aprovado pelo Congresso Nacional: ali está a essência do Judiciário”, diz.

Ele criticou Luiz Fux por derrubar sua liminar ao afirmar que o presidente da Corte “descredita” o STF a fim de agradar a população em “busca desenfreada por justiçamento”.

Segundo Mello, “no Brasil, se busca dar à sociedade uma esperança vã: primeiro prende e depois apura. Se não me engano, esse é o caso de 50% da população carcerária.” (Trecho do UOL)

 

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