Bolsonaro recebeu a informação de que seus filhos poderiam ser presos e por isso mudou de comportamento.

Bolsonaro recebeu a informação de que seus filhos poderiam ser presos e por isso mudou de comportamento.

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Enquanto corriam diverso inquéritos contra o governo Bolsonaro e seus filhos, seu comportamento era de confronto com as instituições democráticas. Na medida em que as investigações evoluíram, Bolsonaro passou a ampliar o confronto, em especial, com o STF.

Alexandre de Moraes, ambasado pela decisão do colegiado, aprofundou as investigações em um inquérito ineditamente conduzido por um juiz.

Como os ataques começaram a ser interpretados como sendo contra a democracia, outras investigações aprofundaram no gabinete do ódio. O resultado foi simples, diversas provas e evidências a passaram a apontar para um dos filhos do clã, Carlos Bolsonaro, que não tem foro privilegiado e poderia ser preso a qualquer momento.

Obviamente, o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que foi transformado em gabinete de informações pessoais e arapongagem antidemocrática, avisou Bolsonaro do que um ou mais filhos do clã seria preso. Foi aí, que houve a mudança de comportamento, cancelando as entrevistas na porta do Planalto e moderando as declarações, em especial, contra o judiciário.

Bolsonaro, então, passou a abraçar ministros e se aproximar do centrão, como forma de garantir maioria no congresso, caso haja alguma denúncia contra si, ou algum de seus filhos, Flávio, que é senador do Rio e Eduardo, deputado federal, pelo estado de São Paulo.

Com isso, o ministro Alexandre de Moraes foi o principal condutor do ponto de inflexão no discurso bolsonarista.

As informações dadas pela revista Veja, dão conta de que o governo passou a agir acoado e por isso, houve a mudança em direção ao mínimo de civilidade. Ou seja, Bolsonaro não tem hoje, a mesma liberdade de movimento que tinha há alguns meses.

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