Carlos Henrique

Músico, compositor, bandolinista e pesquisador da música brasileira. Autor do premiado álbum duplo e pesquisa, Vale dos Tambores.

Um comentário em “Mãos Limpas versus Lava Jato e o procurador picaretazinho.

  • 19/08/2019 em 19:54
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    Concordo, plenamente, com a comparação feita pelo nobre articulista, Carlos Henrique, entre a Operação Mãos Limpas, realizada na Itália, e a Operação Lava Jato. A Operação mãos limpas foi realizada por juízes imparciais para prender corruptos, uma operação séria, limpa, dentro da legalidade, e com base no devido processo legal, enquanto que a Operação Lava Jato, foi chefiada por um juiz parcial, o ex-Sérgio Moro, agindo em conluio com o órgão acusador, representado por Deltan Dallagnol e demais os procuradores da Lava Jato, havendo, portanto, uma relação de promiscuidade, o que justifica a quebra da imparcialidade do ex-juiz Sérgio Moro, agindo ao arrepio da lei, na base da mentira, da falcatrua, da picaretagem, forjando provas, principalmente, no caso do ex-presidente Lula, inclusive, utilizando-se de “lawfare”, que é a utilização indevida da lei para fins políticos; é a utilização indevida da lei contra os inimigos. Foi assim que o ex-juiz Sérgio Moro, em conluio com Deltan Dallagnol, os procuradores da Lava Jato e o chefe do Coaf, Roberto Leonel, agiram contra o ex-presidente Lula, condenado-o, sem prova, porém, forjando provas contra o ex-presidente para que ele não fosse eleito Presidente da República e, com isso, facilitou a eleição de Bolsonaro. O ex-juiz Sérgio Moro, se corrompeu! Em recompensa, o ex-juiz foi contemplado com o cargo de Ministro da Justiça e Segurança Pública, ficando, portanto, comprovada a utilização de “lawfere”, bem como a quebra da imparcialidade do ex-juiz Sérgio Moro, atuando em conluio com seus comparsas como agentes “fora da lei”, motivos pelos quais, o ex-presidente Lula não teve um julgamento justo. O que houve, na verdade, foi um acerto de condenação. Cabe, agora, ao Supremo Tribunal Federal, a mais alta corte de justiça deste país, anular as condenações, sem prova, do ex-presidente Lula, libertá-lo do cárcere, afastar Sérgio Moro do cargo de Ministro da Justiça, exonerar Deltan Dallagnol, os procuradores que atuaram em conluio no caso Lula, bem como o Chefe do Coaf, Roberto Leonel, a bem do Serviço público, e puni-los, exemplarmente, na forma da Lei, inclusive, impedi-los de exercer quaisquer cargos públicos neste país por manterem condutas incompatíveis com o exercício do cargo, para aprenderem a respeitar as Leis, a Constituição Federal e as autoridades supremas deste país. Aqui se faz, aqui se paga! Quem com ferro fere, com ferro será ferido. É a lei do retorno. A lei é para todos! Ninguém está acima da lei! Ninguém mesmo! Nem o juiz, nem os procuradores, nem os policiais!

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