Cármen Lúcia/STF mantém veto à regra que zera aluno que atentar contra os Direitos Humanos.

Ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia, negou hoje, há pouco, o recurso apresentado pela Procuradora-geral Raquel Dodge, que pedia o cancelamento da liminar que liberava redações contrárias aos Direitos Humanos.


Com a decisão de Ministra e presidente do STF, que deveria ser guardiã da constituição, que prima pelos direitos humanos, os alunos que prestarem ENEM nesse final de semana, estarão liberados para redigir textos que atentem contra o básico do ser humano, os Direitos Humanos.

“Não se desrespeitam direitos humanos pela decisão que permite ao examinador a correção das provas e a objetivação dos critérios para qualquer nota conferida à prova. O que os desrespeitaria seria a mordaça prévia do opinar e do expressar do estudante candidato”, afirma a presidente do STF.

Cármen Lúcia, desconsidera a premissa básica do Exame Nacional do Ensino Médio é a educação, cujo objetivo central é a descarbonização do homem.

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“Assim se tem a concretização dos direitos humanos defendidos pela Requerente, parecendo gravoso ao princípio da segurança jurídica o afastamento, a menos de quarenta e oito horas do início de aplicação das provas do Enem, da eficácia da decisão judicial que julgou a matéria e onze dias antes daqueles procedimentos afastou regra que expande direitos fundamentais, não os restringe”, afirmou Cármen.

Fábio St Rios

Cientista da Computação, Engenheiro de Software, Programador Senior, Profissional da Segurança de Dados e Estudante de História.

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