TRE apenas ordenou a retirada de outdoor com fake news contra a esquerda, em Maceió.

TRE apenas ordenou a retirada de outdoor com fake news contra a esquerda, em Maceió.

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Como um país se propõe a combater a nova fraude eleitoral, que são as Fake News, se os casos não tem punição real? Foi o que aconteceu em Maceió, cujo outdoor faz ataques chulos e até ridículos, mas, que pelo nível de intelectualizado da população média brasileira, acaba soando como verdade.

O Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas, através do juiz eleitoral Ricardo Jorge Cavalcante Lima, decidiu neste sábado (17) pela remoção de diversos outdoors espalhados em Maceió com fake news ofensivas e depreciativas contra a esquerda. A ação, de caráter liminar, atendeu a um pedido da candidata à Prefeitura pelo PSOL, Valéria Correia.

A decisão, em caráter liminar, determina que a empresa Lux retire a propaganda negativa eleitoral e comunique o fato ao Tribunal, sob pena de pagamento de multa diária, no valor de R$ 1.000,00, em caso de descumprimento. Os outdoors foram bancados pelo Movimento da União Ruralista de Alagoas (MURAL) e outros grupos de extrema-direita do estado.

A questão é que o estrago já foi feito uma vez que a simples exposição do outdoor por algum tempo, já alcançou o objetivo de tal movimento escravocrata de Alagoas. O absurdo é não haver punição, nem a quem fez o outdoor, nem ao eleitoralmente beneficiado, uma vez que a reforma eleitoral de 2015 proíbe o uso de outdoors, em campanha.

É sobre essa modalidade de fraude que o Brasil deveria se debruçar, afim de tornar as eleições mais coerentes com a vontade real da população. Talvez, assim, deixaríamos de eleger paspalhos como Bolsonaro e Witzel.

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