Bolsonaro: “Se a gente não tiver voto impresso, pode esquecer eleições em 2022.”

Bolsonaro: “Se a gente não tiver voto impresso, pode esquecer eleições em 2022.”

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Em visita à Santa Catarina, na cidade de São Francisco do Sul, Bolsonaro disse a apoiadores que se não houver voto impresso, não haverá eleições em 2022.

O congresso já negou aprovação de propostas similares em ocasiões anteriores. Houve também questionamento ao STF, onde a proposição também foi derrotada. Bolsonaro falou em nova proposta ao Congresso, fazendo uma advertência de que se não for aprovada, não haverá eleições.

“Se a gente não tiver voto impresso, pode esquecer a eleição”. Disse Bolsonaro.

Sem qualquer base ou prova, Bolsonaro já afirmou, em março deste ano, que houve fraude nas eleições de 2018, a mesma que o elegeu. O presidente segue a mesma tática de seu ídolo, Donald Trump, derrotado este ano, nos EUA. O presidente brasileiro chegou afirmar que as eleições por lá também foram fraudadas. Só um detalhe, lá o voto é impresso e em muitos estados, é manual.

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3 thoughts on “Bolsonaro: “Se a gente não tiver voto impresso, pode esquecer eleições em 2022.”

  1. Reply
    Adyneusa
    dezembro 23, 2020 at 12:17 am

    O cara é um imbcil, Diz que houve fraude nas eleições de 2018 que o elegeu, Então ele não deveria assumir, deveriam ser canceladas.
    Fala em voto impresso e diz que as eleições do EUA tiveram fraude, Oras mas lá o voto é impresso.
    Essa criatura é maluca

  2. Reply
    Edson
    dezembro 23, 2020 at 2:30 am

    Esse VERME só, reclama, mas não prova nada e ainda, dissemina fake News, vai arrumar alguma coisa útil pra fazer

  3. Reply
    Àlvaro Ricardo Gonçalves
    dezembro 23, 2020 at 10:31 pm

    Estará este inépto se tonar um novo Madura? Já está dificil engoli-lo até 2022, imagine Estará este inépto se tonar um novo Madura? Já está dificil engoli-lo até 2022, imagine vê-lo como ditador. Tendo em vista os quase 60 pedidos de “impeachment”, engavetados pelo Rodrigo Maia, se o próximo presidente tiver pulso ele voltará a ser vizinho, em definitivo, do miliciano, seu aliado, acusado do assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista e diante dos comprometimentos que acumulou poderá ´ir fazer companhia a ele na cadeia.

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