Fábio St Rios

Estudou Ciência da Computação, Engenharia Metalúrgica na UFF, Engenheiro de Software, Desenvolvedor, Programador, Hacketivista e Estudante de História na UniRio.

3 comentários em “GENERAL VILLAS BÔAS FALA EM INTERVENÇÃO MILITAR PARA GARANTIR A DEMOCRACIA: “Se vier não será nos moldes de 1964.”

  • 05/07/2018 em 17:30
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    Nossa Presidente legitimamente eleita é a Sra. Dilma Vana Roussef e, embora afastada por um golpe de estado, sem cometimento do crime do qual foi acusada, portanto inocente, há que se pensar na possibilidade de retorná-la ao cargo do qual foi usurpada, colocando-se, ela mesma, como solicitante, dando como motivo a reconquista do cargo conquistado nas urnas e a continuidade de seu projeto de governo, apoiado pela maioria da população. A Constituição vigente abre a elas um capítulo do Título V sobre a defesa do Estado e das instituições democráticas com a destinação acima referida, de tal sorte que sua missão essencial é a da defesa da Pátria e a garantia dos poderes constitucionais, o que vale dizer defesa externa e, por outro lado, defesa das instituições democráticas, pois a isso corresponde a garantia dos poderes constitucionais, que, nos termos da Constituição, emanam do povo (art. 1º, parágrafo único).” (grifos no original).
    Assim, diante de tudo exposto, é forçosa a conclusão de que inexiste intervenção militar constitucional[3]. O momento de instabilidade política é propício para soluções fáceis, que atropelam a democracia e o Estado de Direito que a duras penas foram conseguidos e com muito suor é mantido. A democracia não é uma forma fácil de governar, já que exige que todas as opiniões sejam, no mínimo, ouvidas e debatidas no jogo político. Quando escândalos e crises a abalam, a tênue estrutura que a mantém se abate fortemente, ficando à espreita dos que a odeiam e querem tomar o poder a todo custo. O Brasil, além de expurgar todos os males de uma classe dominante golpista (a República foi instaurada com um golpe militar; seguidos golpes ocorreram em 1930, 1937 e 1964), deve saber conviver com crises de instabilidade e até conflitos entre os poderes sem a necessidade de massacrar mais uma vez sua jovem democracia. A invenção de um constitucional golpe militar é uma faceta de um perigoso momento: o fantasiamento de movimentos golpistas com o manto da juridicidade e legitimidade democrática. Assim, acredito que, o anuncio de um apoio formal à restituição do cargo para a Presidente legitima e demonstrando a necessidade do uso da força para a garantia dos poderes Constitucionais, da patria e da vontade popular poderia demonstrar o caráter de entidades dignas de existência na comunhão internacional das entidade intervenientes.

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  • 05/07/2018 em 17:32
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    o general Villas Boas faz-me rir , compreensao da democracia e de respeito a constituiçao? Se voces respeitassem a constituiçao certamente nao estariao achacando o supremo para prender Lula, e obrigaria tanto ele como o Sergio moro a respeitar tal constituiçao. me faça o favor

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  • 05/07/2018 em 21:13
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    Não existe nada que mude o rumo da situação do país, apenas uma intervencao militar poderá mudar o rumo da historia do Brasil. Coragem General Villasboas esse é o unico caminho para devolver o pais a seu povo. Todos aguardam edte momento!

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